segunda-feira, 8 de setembro de 2014

"Filosofia do Caminho Pessoal"


Segundo os especialistas, a própria evolução seleciona os seres que tenham mecanismos de sobrevivência, e não o contrário, de interrupção da vida.
"O suicídio é uma prerrogativa humana, e não dá para ampliar para os demais animais".
O suicídio humano vem do sofrimento íntimo profundo, desesperança da vida, falta de fé em Deus, em si próprio,não mais encontrando conforto em caminhos percorridos.
Infelizmente tudo se inicia quando o suicida  não acredita mais em um padre, pastor, rabino, monge, guru, sheik, pai de santo e etc..
O conflito do suicida remonta a causas pretéritas, provavelmente longínquas,(em vidas passadas),com repercussão no presente.
O cerne da questão liga-se a não identificação do amor divino e da paternidade do Criador.
Por isso a rebeldia tão comum no suicida.
Revolta-se contra as leis, desdenha a própria vida, não concordando em ter sido criado.
Num ato de rebeldia extrema tentam devolver a própria vida ao Criador.
O suicida apresenta duas características: - egoísmo e agressividade. Egoísmo por crer que sua dor é a maior do mundo e agressividade voltada principalmente contra si próprio.
Não pensam que seus atos irão fazer sofrer os que vão ficar.
Qual o caminho para a reconstrução de si mesmos?
A essência da existência é o elo Criador-criatura, Pai-filho.
A ruptura deste elo pelo suicida é extremamente sofrida, pois, talvez, repete o desligamento havido outrora, quando da separação Pai e filho. Por isso as perdas precoces falam alto ao coração do suicida.
Doenças são efeitos e não causas.
Assim podemos ,de maneira geral, dizer que a não identificação do Amor Divino e do Pai, leva à falta de fé, e esta à insegurança que desperta o egoísmo (como defesa).
As excrescências do egoísmo são a vaidade, orgulho, inveja, revolta.
E observando, vamos encontrar como ponto central da mente dos encarnados uma destas excrescências como núcleo motor da personalidade.
O homem não tem  jamais o direito de dispor da sua própria vida, pois só a Deus compete tirá-lo do cativeiro terreno, quando o julgar oportuno. Apesar disso, a justiça divina pode abrandar o seu rigor, em virtude de certas circunstâncias, reservando, porém, toda a sua severidade para aquele que quis furtar-se às provas da existência.
O suicida assemelha-se ao prisioneiro que escapa da prisão antes de cumprir a sua pena.
Infelizmente, recebo notícias, quase que diariamente, sobre pessoas que cometeram suicídio.
Porque o suicídio para o materialista, é visto como uma porta de saída para os problemas.
Mas, para o espiritualista, ou seja, para quem acredita que a vida continua após a morte do corpo físico, o suicídio é porta de entrada para mais problemas, dores e aflições.
No entanto,no caso de animais, não há como negar que em algumas ocasiões, morrem de maneiras estranhas e que podem aparentar um suicídio.
Se um animal aquático desprende a si mesmo de seu ambiente aquático, por exemplo, pode parecer suicídio para quem olha de fora.
Outro fenômeno observado é o comportamento auto prejudicial.
As causas exatas são desconhecidas e provavelmente variam caso a caso, mas potenciais fatores incluem estresse, isolamento, medo, doença, desnutrição e tédio.
Pássaros, por exemplo, podem arrancar algumas ou todas as suas penas, deixando-os algumas vezes completamente sem elas antes de começarem a bicar o próprio corpo.
Primatas podem morder-se, e cachorros e gatos podem se lamber excessivamente.
Essas ações tendem a acalmar e ajudam os animais a lidar com suas situações, mas também podem ser uma ameaça para a saúde do animal, dependendo da sua gravidade.
Mesmo situações em que o animal se deixa devorar pelos filhotes, para que eles não morram de fome, não são consideradas morte voluntária. "Oferecer o próprio corpo como alimento para a prole é um jeito de garantir a sobrevivência, não é suicídio",
Casos famosos de "suicídio" entre os bichos, como os escorpiões que se matariam quando acuados num círculo de fogo, não passam de lendas.
Alguns animais dão a impressão de tirar a própria vida, mas a explicação do "crime" é outra:
Os lemingues são pequenos roedores herbívoros, com até 15 cm de comprimento, que vivem na Escandinávia e em áreas próximas ao Polo Norte, reproduzindo-se com facilidade
"Lenda mortis" - Quando a população aumenta muito, eles se suicidariam pulando de penhascos, num mecanismo de autorregulação
Laudo final - O que ocorre é que, nesses picos populacionais, ao se deslocarem desordenadamente em bandos, muitos indivíduos caem do precipício onde vivem, empurrados pelos que vêm atrás
Os escorpiões se matariam quando aprisionados em um círculo de fogo, lançando seu ferrão contra o próprio corpo
Laudo final - O fato é que, numa situação como essa, o bicho fica agitado por causa do calor e perde o controle da cauda, que pode se voltar sobre o próprio corpo.
Mas o que mata mesmo o animal é a desidratação provocada pela alta temperatura
Os louva-a-deus machos seriam românticos inveterados, que fariam de tudo para garantir uma noitada de amor com a parceira, inclusive dar o próprio corpo para ser devorado por ela após o ato sexual
Laudo final - A morte não tem nada de romântica, muito menos de intencional. Bem menor do que a fêmea, o macho se aproxima cuidadosamente por trás na hora da cópula.
Mas, quando a transa termina, ele tem que escapulir rapidamente, senão a fêmea devora seu corpo - ela faz isso para ficar bem alimentada, garantindo o desenvolvimento das crias que serão gestadas
Diante do ataque de um predador, algumas aves se arrastam no chão, simulando uma asa quebrada, como se fossem uma presa mais fácil. Durante a encenação, os filhotes têm tempo de escapar.
Acontece que, muitas vezes, o predador acaba abocanhando o pássaro fingidor, o que revelaria um comportamento suicida
Laudo final - Para os especialistas, contudo, não se trata de suicídio, mas, assim como no caso das aranhas europeias, de um comportamento extremo visando a perpetuação da espécie
Um dos episódios mais marcantes de morte em massa de animais aconteceu nos EUA, por volta de 1870.
Durante uma nevasca, cerca de 100 mil bisões despencaram para a morte de um penhasco de 1 000 m de altura.
Para muitos, foi suicídio coletivo
Laudo final - Até hoje os cientistas não conseguem explicar as causas do fenômeno, mas nenhum deles endossa a teoria suicida.
O que se sabe é que, naquela época, havia uma política estatal de extermínio desses animais, pois, com isso, o governo americano enfraqueceria as comunidades indígenas que tinham nos bisões sua principal fonte de alimento
Vira e mexe, os jornais noticiam que dezenas de cetáceos encalharam em alguma praia do planeta, num movimento aparentemente intencional que revelaria um suicídio em massa
Laudo final - De acordo com os estudiosos, fatores como doenças, poluição do mar, ruído de atividades navais ou pesquisas para exploração de petróleo podem gerar uma confusão espacial nas baleias e interferir em sua comunicação, causando esses trágicos incidentes
A aranha europeia (Stegodyphus lineatus), que é encontrada na costa mediterrânea da Europa e alimenta os filhotes regurgitando comida para eles
"Lenda mortis" - Caso a comida fique escassa, a mãe, num ato extremo, se mataria oferecendo o próprio corpo para ser devorado pelas crias
Laudo final - Segundo os cientistas, dar o próprio corpo como alimento - fenômeno conhecido como matrifagia - não é suicídio, mas um meio de garantir a perpetuação da espécie.
Na verdade,o suicida encontrará num futuro próximo o caminho em direção a Deus,(aumbandhan), e a sua própria evolução e que a melhor maneira de viver é se concentrar no desenvolvimento pessoal